• Franciscanos do RS

SEXTO DOMINGO DA PASCOA

Pistas homilético-franciscanas



Leituras: At 8,5-8.14-17; Sl 65; 1Pd 3,15-18; Jo 14,15-21

Tema-mensagem: Seguir e amar Jesus Cristo é acolher e obserrvar seus mandamentos


Introdução

Como no domingo passado, também hoje, 6º Domingo da Páscoa, Jesus continua preparando os discípulos para a sua despedida. No famoso discurso da Última Ceia, procura explicar-lhes o novo testamento, a nova aliança que Ele está para selar com eles e através deles com toda a humanidade e, através desta com toda a criação.

1. A promessa de um outro Consolador (Jo 14,15-21)

Ora, como sabemos, todo testamento ou aliança implica compromissos mútuos: do testante e do herdeiro[1]. Esta reciprocidade de compromisso já aparece na abertira do evangelho de hoje: “Se me amais, guardareis os meus andaentos...” (Jo 14,15-16).

1.1. Jesus nos lega seu Amor

No testamento do evangelho de João, Jesus confia aos seus discípulos seu propósito mais decidido, seu desejo mais ardente, sua vontade mais profunda, resumindo-os no mandamento do amor: “amai-vos uns aos outros”. Mas, agora, com uma nova medida e um novo sentido: “como Eu vos amei” (Jo 13, 34-35).

Assim, com essa herança, no seu grupo, ou melhor, no seu Reino, as pessoas e as instituições não se regem mais pelo princípio do poder ou do mando, mas pelo vigor do “não-poder”, isto é, pelo vigor da alegria do poder de servir. Por isso, o testamento de Cristo para os seus, o seu pacto de fidelidade, foi celebrado não com a entrega de alguma arma ou de qualquer outro símbolo de poder, mas com o gesto do lava-pés.

1.2. Não vos deixarei órfãos

Ao proclamar e passar seu Testamento na Última Ceia para seus discípulos, Jesus sabe que sua partida está próxima. Por isso, sabe, também, que o sentimento de orfandade, o vazio, o oco, a dor, provocados pela ausência Dele - que se tornara para eles amigo, Mestre e Senhor - certamente irá invadir o coração de todos eles. Sentir-se-ão jogados no mundo, desamparados e desvalidos à mercê da indiferença e da hostilidade e da maldade dos homens.

A partir donde, então, eles poderiam encontrar coragem para a travessia da vida? Onde encontrar a jovialidade, a alegria de viver, se a tristeza enlutada estava já tomando conta de seus corações? Por isso e para isso é que Jesus lhes diz: “Não vos deixarei órfãos. Eu voltarei a vós ... e vós me vereis de novo, porque eu vivo e vós vivereis” (Jo 14,18-19).

No Antigo Testamento, entre os mais pobres dos pobres estão os órfãos, quase sempre nomeados junto com as viúvas, como lemos no salmo 145: “Ele ampara o órfão e a viúva”. Santo Agostinho dizia que órfão em grego equivaleria a “puppilus”, isto é, pupilo. Assim, o Filho de Deus, com o mistério de sua encarnação, morte e ressurreição, veio tirar-nos da orfandade a que nos jogara Adão com sua desobediência, tornando-nos, também a nós, como Ele, pupilos de seu Pai. Não somos mais órfãos porque, por pura gratuidade, recebemos a adoção de filhos. Gratuitamente nos foi dada a graça de nascer de novo, de nascer, agora, do alto, do Espírito, para pertencermos à comunidade de amor, que são as Três pessoas divinas. Foi-nos dada a graça de sermos filhos no Filho, com o Filho, como o Filho Unigênito.

1.3. Compromissos do herdeiro

Portanto, o que cria a união entre todos nós e de todos nós com o Pai é o amor. Um Amor especial, que os antigos chamavam de agápe ou charis: amor-doação-sacrifício-cruz-eucaristia. Para os discípulos “co-responderem” a esta herança, Jesus destaca duas atitudes: “Quem acolhe os meus mandamentos e os observa, esse me ama” (Jo 14,21).

O primeiro compromisso de um herdeiro, portanto, é receber a herança. À primeira vista acolher parece um exeercício fácil porque dá a impressão de que estaria dispensando qualquer iniciativa do recebedor. Na verdade, no acolhimento do amor, do outro e, acima de tudo de Deus, preciso de um grande empenho para alargar todas as medidads de minha alma e de meu coração porque o outro é sempre maior que eu, mas também porque suas medidas nunca são as minhas medidas.

Por isso, São Francisco costumava exortar seus frades: “Façamos sempre em nosso coração e em nossa mente uma habitação e uma mansão para Ele que é o Senhor Onipotente, Pai e Filho e Espírito Santo” (RNB 22,27). Dizia, ainda que “o pregador deve haurir primeiro nas orações, feitas em segredo, aquilo que depois vai derramar em palavras sagradas. Tem de se aquecer primeiro por dentro, para não proferir para fora palavras frias” (2C 163). Frei Egídio, por sua vez, dizia que há alguém – Deus - doido para doar-se, mas há poucos dispostos para recebê-lo, e que, grande coisa não é receber dádivas, mas saber guardá-las. (Cf. DE 19). É que no amor, na caridade o que mais importa não somos nós, muito menos o que nós fazemos, mas o outro que vem e age em nós.

Portanto, a primeira exigência para sermos bons herdeiros do Senhor é permanecer no seguimento de suas recomendações e instruções – mandamentos - a ponto de se tornarem a alma de nossa alma, o sangue de nosso sangue, jorrando da fonte da nossa liberdade, como uma necessidade livre.

1.4. Um amor que observa

A fidelidade à aliança que Jesus nos oferece, porém, além de receber e permanecer em seu mandamento maior - o amor como Ele ama - exige que o observemos.

Observar, pode significar tanto o empenho de investigar, auscultar, tomar conhecimento e reconhecer como o de realizar, cumprir, consumar, levar à perfeição. É, assim, tanto observação quanto observância. É ter na memória e guardar na vida. É ter na boca, mostrando por palavras, como mostrar com as obras. É receber no ouvido e seguir, numa realização concreta, cada vez singular, nas obras. Diz Agostinho: “o amor deve ser demonstrado com obras, para que seu nome não seja infrutuoso”.

Segundo Santo Antônio, quem guarda os mandamentos, as palavras de Deus, fica repleto do Espírito Santo e começa a falar várias línguas que são os vários testemunhos de Deus: a humildade, a pobreza, a paciência e a obediência. E arrematava: “cessem, portanto os discursos e falem as obras” (Cf. Ofício das Leituras do dia 13 de junho).

O termo observar tem algo a ver com serviço, servir, ser servo numa atitude de atenção, vigilância e abertura.

1.5. O Defensor, o Consolador, Espírito da Verdade

Diante da iminência de um abalo na fé, no seguimento e principalmente em guardar e em permanecer em seu amor, por parte dos discípulos, por causa da sua ausência, Jesus promete-lhes: “Quanto a mim, eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Paráclito, que permanecerá convosco para sempre” (Jo 14, 16).

Hoje, sabemos que Jesus estava se referindo ao Espírito Santo, que é chamado de Defensor, como também de Consolador ou Paráclito. A palavra paráclito indicava pessoa de confiança, boa fama, ilibada, merecedora de fé e que era chamada por alguém para estar ao seu lado quando levado a algum tribunal ou julgamento. Trata-se, portanto, de alguém que consola ou conforta, que encoraja e reanima; alguém que advoga, intercede em nosso favor como um defensor numa corte.

Mas, por que diz “outro Paráclito” e não, simplesmente, um “Paráclito”? Porque Ele, através de sua encarnação, morte na cruz e ressurreição, já é nosso primeiro Defensor, como diz São João: “Meus filhinhos, eu vos escrevo isto para que não pequeis. Mas, se acontece a alguém pecar, temos um Paráclito (defensor) diante do Pai, Jesus Cristo, que é justo. Pois ele é vítima de expiação por nossos pecados; e não somente pelos nossos, mas também pelos do mundo inteiro” (1 Jo 2, 1-2). Agora, o outro Paráclito é “o Espírito da verdade, aquele que o mundo é incapaz de acolher, porque não o vê e não o conhece. Quanto a vós, vós o conheceis, pois ele permanece junto de vós e está em vós” (Jo 14, 17) [2].

Esse Paráclito é chamado de “Espírito da verdade” porque é Ele que sonda as profundezas de Deus (cfr. 1 Cor. 2, 10). Com efeito, “o que há em Deus, ninguém o conhece, a não ser o Espírito de Deus” (1 Cor. 2, 11). Assim, com a irrupção e a doação do Espírito, pelo Crucificado-Ressuscitado, chega à terra, ao coração dos homens e de cada criatura a verdade do próprio Deus. Assim, ninguém tem um deus tão próximo, tão íntimo como próximo e íntimo é para nós o nosso Deus (Cf. Dt 4,7).

1.6. O Consolador que habita em nosso íntimo

Paráclito significa, porém, também e talvez antes de tudo, para os discípulos, alguém que consola e encoraja (do verbo parakaléo: chamar a partir de, provocar, no sentido de consolar e encorajar). Consolar é encorajar colocando-se como amigo, irmão, companheiro, isto é, como aquele que comunga e reparte o mesmo pão. Ora, quem faz isso até o sumo senão o Pai das misericórdias que reparte conosco seu próprio Filho. Por isso, São Francisco, na exposição do Pai-Nosso, ao evocar e invocar o Pai, diz: “criador, redentor, consolador e salvador nosso”. O Filho também é para nós um consolador. Isso porque por sua encarnação e pela sua Páscoa (paixão, morte e ressurreição) veio ao encontro de nossa desolação, tornou-se-nos companheiro em nossa solidão, e trouxe-nos a divina consolação e a alegria da vitória da vida sobre o pecado e a morte.

Mas, o Espírito Santo é o Consolador por exelência. Por isso, reservamos o ser-consolador como um predicado apropriado para Ele. Esse Espírito, pois, estaria não somente ao lado dos discípulos como defensor e advogado no processo que o mundo move contra eles, mas também estará dentro deles como consolador nas desolações e encorajador nas tribulações. Por isso, Jesus continua dizendo: “Vós, porém o conheceis (o Espírito da verdade), pois ele permanece junto de vós e está em vós” (Jo 14, 17). O Espírito Santo, que habita em nosso íntimo, é o “pai dos pobres”, o consolador dos desvalidos, dos que choram e que não põem sua confiança a não ser em Deus, os humildes do povo (cfr. 1 Macabaeus 14, 14; 2 Cor. 7, 16).

1.7. Uma presença inacessível ao mundo

Podemos muito bem imaginar o alívio e a alegria dos apóstolos ao ouvirem do próprio Jesus que Ele voltaria para ser e estar com eles. Mas, para que não se enganassem quanto a nova forma de sua presença, esperando uma presença terrena, meramente humana, pomposa como aquela a que estavam acostumados, faz-lhes este alerta: “Ainda um pouco e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis vivo, e também vós vivereis” (Jo 14, 19). Será, pois, uma presença nova, inteiramente diferente, nunca vista e acessível apenas a eles, jamais ao “mundo”.

Na verdade, os Discípulos já haviam recebido o Espírito de Jesus, através de suas palavras ouvidas e principalmente, através da convivência com Ele naqueles três anos de discipulado. Mas, era uma presença ainda velada, embrionária, escondida. Logo, porém, lhes será dado de modo pleno, superabundante, transbordante porque a plenitude, a superabundância, o transbordamento, são próprios da gratuidade e da generosidade da fonte, de Deus. São João Crisóstomo a explica assim: “O Espírito Santo devia descer sobre seus discípulos de um modo mais especial, quando já os tinha purificado de suas faltas, quando o pecado já tinha sido destruído, e quando aqueles iam ser expostos a perigos e sofrimentos. Não imediatamente depois da ressurreição, a fim de que o recebessem com mais cúmulo de graças, por causa do maior desejo”. Assim, os cinquenta dias entre a ressurreição e a festa de Pentecostes tem como objetivo aumentar neles o desejo de receber o dom do Espírito.

2. O Espírito da Verdade no anúncio de Cristo e no surgimento das primeiras comunidades (At 8,5-8.14-17)

O que acabamos de ouvir no Evangelho, como promessa, vemos acontecendo na e pela pregação dos Apóstolos, principalmente na Samaria como vem relatado na primeira leitura de hoje: Naqueles dias, Filipe desceu a uma cidade da Samaria e anunciou-lhes Cristo. As multidões segiam com atenção que Filipe dizia. E todos unânimes o escutavam, pois viam os milagres que ele fazia (At 8,5-6).

A Igreja da Samaria foi a primícia da Igreja entre os povos da terra. Isso é bastante significativo: os samaritanos eram desprezados pelos judeus como “impuros”, tanto do ponto de vista do “sangue” – da raça – quanto do ponto de vista do “espírito”, isto é, da confissão e da prática da fé judaica. Sob o ponto de vista do sangue, da raça, porque haviam se casado e misturado com povos gentios. Já, sob o ponto de vista da religião porque sua fé não era mais ortodoxa, uma vez que seguiam muitas práticas procedentes de cultos dos gentios, num sincretismo com a fé judaica. Os samaritanos, eram, assim, duplamente discriminados pelos judeus: por questão racial e também por questão religiosa. Mas, o mandamento do amor legado por Cristo faz cair as barreiras de todas as discriminações, criando uma comunidade universal (católica). O mandamento do amor é, com efeito, o princípio de uma nova humanidade na face da terra. É, na verdade, o nascimento da humanidade em sentido universal. Uma humanidade que reúne no amor todas as humanidades de toda a terra e de toda a história.

Assim, quando Pedro e João, representantes do “colégio apostólico”, impõem as mãos sobre os samaritanos e, assim fazendo, estes recebem o Espírito Santo, o que está acontecendo é o surgimento da Igreja católica, isto é, universal. Catolicidade, aqui, não é ortodoxia. Catolicidade é bem mais: é a universalidade concreta, que deixa ser o mistério como mistério nas diferenças dos povos, unindo-os na identidade do “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

O livro dos Atos dos Apóstolos, que é lido intensamente durante o tempo da Páscoa, nos coloca diante do belo testemunho de como foi anscendo a Igreja entre os gentios. Por isso, era grande a alegria naquela cidade.

3. Santificar em nossos corações o Senhor Jesus (1Pd 3,15-18)

Na segunda leitura de hoje, Pedro procura encorajar os discípulos espalhados pela zona rural da Ásia Menor em tempos de perseguição. Ele o faz iniciando com uma convocação um tanto estranha para nós: “santificai em vossos corações o Senhor Jesus...” (1Pd 3,15). Ora, como é que se santifica, se honra ou se glorifica alguém – na caso Jesus - senão guardando e observando seus ensinamentos, seguindo seus passos e exemplos, sofrendo como Ele – o justo – as difamações, os ultrajes dos injustos!? É, enfim viver o que e como Ele viveu.

Esta santificação não acontece, porém, sem a ajuda do Espírito Santo, que é santificador dos discípulos – Espírito que restituiu Cristo à vida, na sua ressurreição. Por isso, Pedro procura instruir os novos discípulos de Jesus acerca do novo procedimento que deviam adotar quando hostilizados pelo mundo, sobretudo quando chamados aos tribunais: que estivessem sempre prontos a dar a razão de sua esperança a quem lha pedissem. Ou seja: “que estivessem sempre prontos para professar sua fé em Jesus Cristo crucificado-ressuscitado” (1Pd 3,15).

Conclusão

A promessa de Jesus de voltar em breve para estar sempre com seus discípulos e assim tirá-los de sua orfandade significa, primeiramente, o início de uma nova criação, de um novo processo de humanização que só se concluirá no fim dos tempos quando Ele, o Filho, voltará para entregar ao Pai todas as coisas. E então “Deus será tudo em todos” (1Cor 15,28). Enquanto isso, Ele está no meio de nós, com sua presença misteriosa, velada, como Verbo Inspirado, graças ao Espírito Santo. Está no meio de nós pela Igreja e pelos sacramentos, especialmente, pela Eucaristia, sacramento do seu santíssimo Corpo.

Falando desta presença, assim se expressa Santa Clara:

“Eis que, pela graça digníssima de Deus, dada às criaturas, consta que a alma do homem fiel é maior do que o céu, visto que os céus e todas as demais criaturas não podem compreender o Criador e somente a alma fiel lhe serve de mansão e morada, e isto só ocorre pela caridade de que os ímpios carecem: no testemunho da própria verdade, que diz: ‘quem me ama, será amado por meu Pai e eu o amarei e viremos a ele e faremos dele nossa morada’. Assim, portanto, como a Virgem gloriosa das virgens o fez materialmente, assim também tu, ‘seguindo-lhe os passos’ e sobretudo os passos da humildade e pobreza, podes carregar sempre espiritualmente no teu corpo casto e virginal, sem nenhuma dúvida, contendo Aquele que te contém a ti e a tudo o mais, possuindo Aquele que, em comparação com os bens passageiros deste mundo, possuirás com mais valor” (3CCL 21-26).

Essa presença atual e atuante, porém, se estende não apenas a todas as pessoas, de todos os povos e nações, mas também a toda a criação. Quem compreendeu e vivenciou intensamente este mistério foi São Francisco.

Assim, para ele, as criaturas deste mundo não se apresentam mais como uma realidade puramente natural porque o Ressuscitado as envolve misteriosamente e guia para um destino de plenitude. As próprias flores do campo e as aves que ele, admirado, contemplou com seus olhos humanos agora estão cheias de sua presença luminosa (LS 100).


Fraternalmente,

Marcos Aurélio Fernandes e Frei Dorvalino Fassini, ofm

[1] Um testamento é mais que um testemunho, um atestado, uma testificação. É uma palavra dita para o presente e para o futuro, dada aos mais íntimos e também destinada aos pósteros. Esta palavra une uns aos outros num destino comum. Nessa palavra, aquele que a diz – o testante - comunica seu propósito mais íntimo e sua vontade mais profunda, esperando que os que a escutam possam se ligar a ele na sua destinação, no seu caminho, na mesma realização de o sentido de vida que o destinou. A palavra latina “testamentum” é tradução do grego “diatheke”, que significa aliança: um pacto com a nova geração que segue os passos do que vai morrer, os herdeiros de seu legado, em palavras e em obras. [2] “Mundo”, vale lembrar, não é, aqui, a criação de Deus, mas os homens que amam a criação a ponto de desprezar o criador, que amam a si mesmos até o desprezo de Deus, que se fecham, assim, para a luz, para Deus, sua Palavra, seu Filho, não aceitando e não compreendendo o seu testemunho. Mundo é, aqui, os corações dos homens fechados em si mesmos, que não conseguem se elevar às coisas invisíveis, às coisas pertinentes ao encontro com Deus e ao seguimento de Cristo. Este mundo, portanto, não pode conhecer o Espírito, pois não tem olhos para o invisível, os olhos da fé.

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