CUSTODIA DA TERRA SANTA

Somos um grupo de homens Cristãos chamados por Deus, de todas as partes do mundo para uma missão especial: cuidar da sua casa!

Somos parte de uma Ordem Religiosa da Igreja Católica, a Ordem dos Frades Menores, os franciscanos.

 

O nosso fundador, São Francisco de Assis, no início do século XIII, movido pelo amor a Cristo pobre e Crucificado, veio ao Oriente Médio para tocar os lugares que até hoje constituem um testemunho insubstituível da revelação de Deus e do seu amor pela humanidade. Naquela sua peregrinação, não obstante as guerra dos Cruzados, encontrou e dialogou com o sultão Melek Al- Kamel, que naquele tempo governava na Terra Santa. Foi um encontro pacífico, que deu início à presença dos franciscanos na Terra Santa, e que marcou também o estilo da nossa presença no decorrer dos séculos, até hoje.

Esta província da Ordem Franciscana com o tempo obteve o nome de Custodia da Terra Santa.

São Francisco e os franciscanos tiveram sempre presente o amor à Encarnação de Jesus. E é por isso que desde o início amaram a Terra Santa. De fato, não existe Encarnação sem o Lugar. Para nós, amar esta Terra significa amar Jesus. E não podemos pensar em Jesus, sem amar a Terra Santa. É por este especial carinho dos franciscanos ao Evangelho de Jesus e à sua Encarnação que a Igreja Católica nos deu a missão de custodiar os lugares da nossa Redenção.

Custodiar os Lugares Santos tem modalidades concretas. Animar os Lugares Santos com a liturgia para os peregrinos e para as igrejas locais, acolher os peregrinos que chegam de todas as partes do mundo para rezar e ficar nos lugares e manter as estruturas de tais lugares no seu correto funcionamento.

Junto aos Lugares Santos vivem as comunidades cristãs locais. As comunidades locais são constituídas de paróquias de diversos ritos e tradições católicas (ocidentais e orientais). Nós franciscanos cuidamos das diversas paróquias que tem o seu coração e a sua sede nos Lugares Santos.

Amar as pedras que guardam a memória de Jesus nos anima também a amar as pedras vivas, as comunidades cristãs, que sempre viveram aqui. São numerosas as atividades formativas e sociais da Custódia para o suporte da presença cristã na Terra Santa: escolas, construção de casas, ajuda para combater as diversas formas de pobreza.

Aos peregrinos cristãos que chegam de diversas partes do mundo são oferecidos orientação espiritual e casas de acolhimento, junto a garantia e a graça de poder celebrar nos Lugares Santos os mistérios da redenção.

Em conclusão: Somos uma fraternidade da Ordem dos Frades Menores, que vivendo na Terra Santa, guarda, estuda e torna acolhedores os lugares da origem da fé cristã, e vivendo neles anuncia as maravilhas do amor do Altíssimo Onipotente e Bom Senhor que aqui quis fazer-se homem como nós, para a salvação de todos.

“Fazer manar a “Graça dos Lugares Santos”
Os Lugares Santos, mesmo que se queira apenas admirar sua beleza, não são simples pedras.

São antes a manifestação, as pegadas da passagem de Deus neste mundo, o eco das palavras do Senhor, que nos falou por meio dos profetas e dos apóstolos, que se fez “carne”, homem como nós, habitando em nosso meio. São pedras que ouviram a voz e beberam o sangue de nosso Salvador.

Ora, aquela palavra de Deus e aquele sangue derramado devem ser recolhidos e conservados para que formem parte da vida de cada cristão.

Captar a voz que brota daquelas pedras e compreender sua mensagem é, desde sempre, o trabalho dos filhos de S. Francisco na Terra Santa.

Isso pretendem os vários Papas, quando afirmam que a missão dos Frades foi a de fazer com que os Lugares Bíblicos sejam centros de espiritualidade, que cada santuário conserve e transmita a mensagem evangélica e que alimente, além disso, a piedade dos fiéis.

Em 1947, Pio XII dizia aos Franciscanos da Terra Santa: “Sabemos que também vós, como já fizeram vossos predecessores, trabalhais diligentemente a fim de que, nos Lugares Santos confiados a vosso zelo, se faça o melhor possível para satisfazer a piedade dos fiéis”.

Os Frades não foram apenas os “guardiães” das pedras e dos lugares, a fim de preservar seu valor, mas sua missão também foi a de fazer com que sejam vivas aquelas pedras, de fazer que elas falem ao coração e à mente de todos os que se colocam em peregrinação na Terra Santa, para conseguir ver as “simples pedras” como “pedras amadas”, através da fé.

Os filhos de Francisco de Assis – segundo as palavras de João Paulo II – souberam interpretar, “de modo genuinamente evangélico, aquele legítimo desejo de custodiar os lugares em que se acham nossas raízes cristãs”.

O papel do Custódio para a Terra Santa

 

O Custódio da Terra Santa é o Ministro Provincial (isto é, o superior principal) dos Frades Menores que vivem em todo o Oriente Médio. Ele possui jurisdição sobre os territórios de Israel, Palestina, Jordânia, Líbano, Egito (parcialmente), Chipre e Rodi, isso sem contar as numerosas casas (Comissariados) em várias partes do mundo (vale a pena nominar as de Roma, Washington, Nápolis e Buenos Aires).

A função principal do Custódio, além de animar a vida dos frades, é a de coordenar e encaminhar a acolhida dos peregrinos que chegam à Terra Santa em peregrinação e oração aos sacrários da nossa Redenção. Tal tarefa foi transmitida pela Santa Sé há mais de 600 anos. O termo usado naqueles tempos para indicar esta iniciativa era “custodia” dos lugares sagrados, do qual derivavam os termos ainda em uso “Custódio” e “Custódia”.

Historicamente o primeiro e mais importante papel do Custódio foi o de receber os peregrinos ao Santo Sepulcro, oferecendo os seus espaços e a possibilidade de rezar, dando hospitalidade também àqueles que não poderiam se permitir hospedagens custosas. Ao mesmo tempo, aos peregrinos é oferecida a possibilidade de encontrar frades prontos a recebê-los, escutá-los e assisti-los espiritualmente.

Todos os santuários Cristãos católicos estão sob a sua jurisdição. Ele se assegura que seja oferecido o necessário suporte para oficiar as funções litúrgicas nos Lugares Santos. Uma outra missão que o Custódio desempenha, por força do seu ofício, é a de coordenar as notícias sobre a Terra Santa e infundir nos Cristãos do mundo o desejo do “cuidado amável” por estes lugares: escavações arqueológicas nos lugares santos, publicações de diários de antigas peregrinações e sobretudo os estudos da Bíblia por meio da geografia e história dos mesmos lugares em que os eventos aconteceram. Por este motivo a Custódia instituiu o Estúdio Bíblico Franciscano, a FAI, a Franciscan Printring Press. Todas estas atividades dependem principalmente do Custódio que com a ajuda de outros frades se empenha em encontrar benfeitores que possam sustentar estas iniciativas.

Uma outra importante tarefa do Custódio é a de cuidar e sustentar, de acordo com a igreja local, a presença Cristã na Terra Santa, com várias iniciativas, dentre elas as escolas e paróquias.
Todas estas iniciativas requerem não somente o sustento moral dos Cristãos de todo o mundo, mas também o econômico.
É por esta razão que, durante séculos, vários “Comissariados da Terra Santa” foram estabelecidos em boa parte do mundo para promover a conscientização acerca da vida dos frades na Terra Santa e, ao mesmo, tempo para recolher fundos para ajudar a sustentar o trabalho da Custódia. Todos estes comissariados dependem diretamente do Custódio.

Dada a importância da missão do Custódio, ele não é eleito como todos os outros Ministros Provinciais da Ordem. Ele é nomeado diretamente pela Santa Sé depois de uma consulta com os frades da Custódia e a apresentação feita pelo Governo Geral da Ordem.
Na Terra Santa a figura do Custódio é considerada como a de uma das principais autoridades religiosas Cristãs. Ele, junto com o Patriarca Grego Ortodoxo e também Armeno, é responsável pelo “Status quo”, um conjunto de costumes que regulam a vida de alguns santuários, entre eles o Santo Sepulcro e a Natividade de Belém.  O Padre Custódio da Terra Santa faz parte da Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa.

Você pode fazer uma bela experiência de Deus nos lugares Santos onde Nosso Senhor Jesus Cristo, sua Santíssima mãe a Virgem Maria, seus discípulos e apóstolos pisaram.
Faça uma peregrinação à Terra Santa. Contate com nosso comissário da Terra Santa FREI PAULO ANDRÉ MAIA, OFM enviando um e-mail para c.terrasanta@gmail.com ou contate pelo WhatsApp (51)99306 – 8171 ou (53)99103 – 7205 
“Peregrinar pela Terra Santa, é mais que uma viagem, é uma experiência profunda com Deus nos locais da origem de nossa FÉ” Pax et Bonum!

Revista da Terra Santa

A revista da Terra Santa é especializada em assuntos dos lugares e regiões onde Jesus viveu e de toda a história da salvação. Com publicação trimestral, circula há mais de 95 anos. É editada em 8 línguas: Italiano, espanhol, polonês, inglês, francês, alemão, árabe e português. Ela fala dos textos bíblicos no país da Bíblia e ajuda a aprofundar as raízes da fé. Uma revista atual que conta a história com riqueza de detalhes, permitindo assim um aprofundamento nos estudos bíblicos.
A revista documentou a visita dos quatro Papas à Terra Santa: Paulo VI em 1964, João Paulo II em 2000 no ano jubilar, Bento XVI em 2009 e Papa Francisco em 2014.
Além do conteúdo evangelizador, a revista apresenta também atualidades, cultura e variedades, proporcionando ao leitor uma viagem cultural a Terra Santa através de suas páginas. A revista nesses anos documentou as maiores descobertas arqueológicas do mundo cristão e transmite o testemunho de quem tocou nessas pedras.
Uma testemunha ocular, porque foi escrita por quem participou das descobertas em Cafarnaum, a cidade de Jesus, em Nazaré e tantos outros importantes sítios arqueológicos. Sua distribuição é em nível nacional, fazendo-se presente em praticamente todas as regiões do Brasil.
Veja como é fácil para fazer a assinatura. Segue o cartaz com as instruções.

Para assinar, ligue para: +55 (51) 98135-7752 (WhatsApp)
Você pode obter mais informações pelo e-mail: contribua@revistaterrasanta.com.br

Canal terra Santa: Franciscan Media Center.

Acesse:  Franciscan Media Center

Quem Somos

Com o objetivo de criar um centro televisivo e multimidia capaz de atravessar fronteiras confessionais para cobrir eventos culturais e religiosos da Igreja católica, e das outras Igrejas, do Islam e do Judaismo, e principalmente para tornar “Vivo” os Lugares Santos onde tudo começou, a Custódia da Terra Santa criou o Franciscan Media Center.

Inaugurado em 2008, no Terra Sancta College, na cidade nova de Jerusalém, o Franciscan Media Center nasceu com o objetivo de comunicar a beleza e riqueza da Terra Santa, tantas vezes esquecida em meio às crônicas que falam somente de violência e divisões. Aquilo que o mundo conhece e vê dos Lugares Santos é o que cotidianamente mostra a Mídia: divisão, medo, sofrimento, conflitos. Mas tudo isso não esvazia a imagem da Terra Santa, e toda a sua vitalidade histórica, cultural, humana e espiritual. Por isso, nasce a exigência de contar uma outra “história”, espalhando uma mensagem com informações detalhadas e de atualidade sobre os acontecimentos e eventos, religiosos ou não, destes lugares.

 

Para cumprir a sua missão, o Franciscan Media Center utiliza tecnologias avançadas e uma equipe de jornalistas, cameraman e video maker para a criação de news e reportagens, mas também de transmitir celebrações ao vivo dos lugares santos.

A TERRA SANTA QUE APRESENTAMOS:

Comunicar a Terra Santa através de imagens, é o objetivo do FMC, que se propõe dar voz e visibilidade a Igreja Mãe em Jerusalém, aos cristãos locais e aos Lugares santos, com particular atenção a realidade franciscana.
É esta a Terra Santa que apresentamos nos nossos vídeos:

• Os lugares santos e a sua história, arqueologia, fé , liturgia;
• Os acontecimentos eclesiais e a vida da igreja mãe de Jerusalém
• Os cristãos da Terra Santa;
• O ecumenismo e as várias faces de um cristianismo representado por 13 Igrejas presentes in loco;
• Os peregrinos e as experiências de fé
• A Custódia da Terra Santa e as obras sociais e pastorais dos franciscanos
• A atividade apostólica de congregações e comunidades religiosas presentes na Terra Santa;
• Sinais de solidariedade , encontro e convivência escondidos em meio a dificuldades cotidianas de Israelenses e palestinos;
• Eventos culturais e sociais;
• Conhecimento e aprofundamento de outras tradições, em um contexto multicultural e multirreligioso absolutamente único ao mundo;
• o diálogo inter-religioso;
• As novas descobertas arqueológicas;
• Aprofundamentos, entrevistas, e pontos de vista “cristãos” sobre os fatos da atualidade política e social.

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