• Franciscanos do RS

QUARTO DOMINGO DA PASCOA

Pistas homilético-franciscanas


Leituras: At 2,14a.36-41; Sl 22 (23); 1Pd 2,20b-25; Jo 10,1-10

Tema-mensagem: Pela sua morte e Ressurreição, Jesus Cristo torna-se o Cordeiro, o Bom Pastor e a porta do Paraíso que Adão nos havia fechado


Introdução

Neste Domingo – o quarto da Páscoa – somos conduzidos para dentro do mistério de Jesus Cristo, o Crucificado-Ressuscitado, o Cordeio que se faz ao mesmo tempo pastor de seu rebanho e porta de seu redil. Por isso, é chamado, também, de “Domingo do Bom Pastor”.

1. Jesus, o Senhor, o Cristo de Deus o mistério das ovelhas e do seu rebanho (At 2,14ª.36-41)

Quem nos introduz no mistério deste domingo é o segundo e famoso sermão de Pedro quando no dia de Pentecostes faz aos judeus este solene e provocante anúncio: “A este Jesus que vós crucificastes, Deus constituiu Senhor e Cristo”. É a fórmula original da fé cristã, o ardor que se acendeu no coração daqueles fiéis aquecidos pelo fogo do Espírito Santo. É, o princípio de todo o nosso Credo, de toda a nossa fé.

O anúncio deste mistério é de tanta potência que o coração dos ouvintes se aflige levando-os à famosa pergunta, própria de todo o vocacionado: “Irmãos, o que devemos fazer?” A resposta é óbvia: ”Convertei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo... e recebereis o Espírito Santo” (At 2,38). Vem, assim muito bem testemunhado que na origem da vocação de cada ovelha (cristão) e de todo rebanho (Igreja), está, pois o anúncio do fogo originário – o “kerygma” - que deve arder no coração de cada pregador e de todo fiel que escuta a Boa Nova da Igreja. Nosso Papa Francisco, assim explicita o anúncio deste princípio: “Jesus Cristo te ama, deu a sua vida para te salvar, e agora vive contigo todos os dias para te iluminar, fortalecer, libertar” (EG 164).

E assim, “naquele dia, mais ou menos três mil pessoas se uniram a eles” (At 2,41). Lucas gosta de mencionar o grande número de convertidos bem como do sucesso da pregação do evangelho. Seu objetivo, porém não tem nada de proselitismo ou triunfalismo, mas, apenas mostrar o poder da presença do Espírito e a eficácia da bênção divina que começava a se difundir na Igreja.

2. Jesus o Cordeiro, o Pastor e a Porta (Jo 10,1-10)

O evangelho de hoje, vem recheado de símbolos muito ricos, conhecidos e caros à tradição judaica e cristã: a ovelha ou cordeiro, o pastor e a porta.

2.1. O contexto

A narrativa se dá após uma acirrada e longa discussão com os fariseus, tendo como origem a cura que Jesus fizera a um cego de nascença (Jo 9). A discussão chega ao seu clímax quando os fariseus, enraivecidos, perguntam: “Por acaso seríamos cegos também nós?” Ouvem, então, de Jesus a dura resposta: “Se fosseis cegos, não teríeis pecado. Mas, agora dizeis ‘nós vemos’: por isso, o vosso pecado permanece” (cfr. Jo 9, 41).

Eram cegos para Cristo e cegos para a própria cegueira. Para Cristo porque não queriam reconhecer nos seus milagres e em sua mensagem o “dedo de Deus”. Cegos porque, presos em seu fechamento, preferiam seguir mais a escuridão do fanatismo de suas interpretações do que a luz, o espírito da lei e da sã tradição.

Exta discussão, se deu, também, por ocasião da Festa da Dedicação do Templo. Festa que celebrava a inauguração do novo templo, após a vitória dos Macabeus.

Assim, Cristo aproveitando de todo este contexto – a discussão acerca da cegueira espiritual e a proximidade das festas da nova Consagração do Templo e da Páscoa – passa a falar claramente que Ele é o verdadeiro Templo, o verdadeiro Pastor de Israel, o verdadeiro Cordeiro e a verdadeira porta das ovelhas. Estes temas estão todos intima e profundamente ligados à história do êxodo, da Páscoa e, por isso muito conhecidos por todos os judeus.

2.2. O Bom Pastor

Embora, no Evangelho de hoje, Jesus acentue mais o fato de Ele ser a porta do rebanho, fica muito bem subentendido que Ele é, também e principalmente, o “Bom pastor”.

A figura do pastor vem carregada de um simbolismo religioso em quase todos os povos antigos, principalmente entre os israelitas. Já, ao criar o homem, Deus o distingue com a nobre missão de ser o cuidador, o “pastor” de suas criaturas. Depois, toda a história do Antigo Testamento vem pautada por este princípio: Deus é o pastor e Israel, seu povo, é o seu rebanho. Clássico é o Salmo 23 (22) decantado hoje, segundo o qual, Deus sempre aparece como Aquele que conduz seu rebanho, vela sobre ele e o protege.

Mais tarde, quando o povo quis um rei, para assim se assemelhar aos outros povos vizinhos que se exibiam porque seus reis se apresentavam como guerreiros, lutadores e conquistadores poderosos, Deus não queria. Previa muito bem que por este caminho eles se esqueceriam logo que Ele é seu único rei; um rei que governa como pastor e não como déspota ou tirano. De fato, logo O esqueceram.

Assim, todo o relacionamento de Deus para com Israel vem pautado a modo ou no espírito de um pastor, jamais de um rei dominador e opressor ou de um ídolo (falso deus). O último, a culminância de todas os seus cuidados é a encarnação de seu Filho que se faz o Bom pastor até a morte e morte de cruz a fim de salvar e reunir no redil do amor misericordioso do Pai todos os homens, tanto amigos como traidores. Ele se faz o Cordeiro imaculado, que salva a vida das ovelhas desgarradas, os filhos de Adão. A comunhão no seu corpo e no seu sangue, na ceia pascal, é a comunicação desta salvação divina que nos é merecida pelo mistério de seu sacrifício na Cruz.

2.3. Os dois modos de se entrar no redil

Como quase todos os evangelhos, também o de hoje começa com o famoso mote Naquele tempo, disse Jesus: ”Em verdade, em verdade vos digo...” (Jo 10,1). Naquele tempo, significa o tempo de todos os tempos, também o de hoje, o de agora. O tom é solene e indica que estamos diante de algo muito importante, um alerta. Por isso, Jesus invoca por duas vezes o termo verdade.

E a advertência é esta: quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar é ladrão e assaltante. Quem entra pela posta é o pastor (Jo 10,1-2).

Todos sabemos a quantos e a que tamanhos de riscos, perigos, prejuízos, violências e até mesmo perda de vidas acontecem quando, em vez de procurar entrar na família, na fraternidade e na sociedade pela porta da retidão e da honestidade, se procura entrar por outro lugar: o caminho da malandragem, do roubo, do assalto e da corrupção.

Estes dois modos – contraditórios - de se entrar no redil das ovelhas podemos ver e admirar no evento da Paixão. De um lado temos o inocente, Jesus Cristo, o filho de Deus que, em vez de ter ameaçado ou privado a vida de alguém, fez sempre o contrário. Salvou a muitos que sofriam de doenças incuráveis e ressuscitou até mesmo mortos. Do outro lado um assassino, um criminoso que havia sido condenado à morte, Barrabás. Pois, a este ladrão de vidas humanas é lhe concedida a liberdade e ao Outro, que só soube salvar e fazer o bem, foi-lhe imputada a pena máxima e colocado no meio de ladrões. Enfim, foi condenado porque se declarara igual a Deus, filho de Deus, isto é, um simples homem, um nazareno qualquer que – assim mal julgavam os maiorais de Jerusalém - pretendia “roubar’” a divindade do Senhor dos exércitos.

Na verdade, a condenação de Jesus como ladrão de Deus e por isso posto no meio de ladrões e assaltantes é para dizer que nós é que somos os verdadeiros ladrões e assaltantes de Deus. A exemplo de Adão, também nós, como aves de rapina, queremos nos apropriar de Deus e de seus bens, de seus atributos, de suas criaturas como sendo absolutamente nossos. Assim, reclamamos, por exemplo: “Por que Deus me tirou a saúde, a vista, meu filho, meu pai, este emprego, etc.?”

2.4. Jesus a porta estreita

À imagem de pastor, Jesus associa a si também a da porta: “Em verdade, em verdade eu vos digo, eu sou a porta das ovelhas” (Jo 10,7).

A porta, por mais simples e comum que seja, sempre nos coloca diante de algo misterioso. Sua função mais significativa é a de ser passagem entre dois estados ou mundos: o conhecido, familiar, íntimo e o desconhecido, estranho e distante; a luz e as trevas; o perdido e o salvo; o profano e o sagrado; o inferno e o céu; a morte e a vida. Por isso, a porta é sempre a parte mais importante de uma casa. Sem ela do que adiantariam as casas, os palácios, as igrejas e mesmo o céu? Uma das características mais fortes da porta é a de ser, também, o lugar mais desgastado, pisado, maltratado e, por vezes o mais sujado. Pois, é aí que geralmente se deixa a sujeira dos pés, das andanças, da alma. Além do mais, a porta é, também, um convite para sair do mundo da superfície para entrar e iniciar a viagem, a busca do mistério que se esconde e se revela no interior da casa, da família, da alma

Mas, a porta além de lugar de passagem expressa também o sentido de elevação, ascensão para as realidades celestes. No Antigo Testamento, Jacó viu em sonho uma escada enorme cujo topo atingia o céu e pela qual anjos subiam e desciam. Ao despertar, ficou tomado de temor sagrado e exclamou: “Como este lugar é terrível! É a própria casa de Deus, a porta do céu” (Gn 28, 17).

Por tudo isso é que Cristo se proclama a porta do redil das suas ovelhas. Ele, sim, é que, como filho do Homem e Filho de Deus, podia realmente, com sua obediência ao Pai até a morte e morte de Cruz, abrir a porta do paraíso que Adão fechara com a soberba de sua desobediência. É nele, por Ele e com Ele que o Céu pode vir até nós e nós subirmos para o Céu. Isto significa que não há como o homem acessar a Deus senão através da escada que Ele mesmo nos ofereceu: Jesus seu Filho muito amado.

2.5. O caminho do pastor o caminho da ovelha

Ser ovelha, ser rebanho significa ir atrás, seguir o bom pastor. Por isso, diz: “Quando ele as faz sair todas, caminha à frente delas e elas o seguem, porque conhecem a sua voz” (Jo 10,4). Por isso, não apenas elas jamais seguirão um estranho, mas também, sempre haverão de fugir dele, “porque suas ovelhas não conhecem a voz dos estranhos” (Jo 10, 5). Voz, aqui, antes de um mero som da boca, diz respeito à identidade da pessoa que nos toca e afeiçoa. Pois, além do olhar e do toque é também pelo som da voz que nos afeiçoamos.

Cristo “faz sair as suas ovelhas” significa que Ele as liberta das trevas da ignorância dos caminhos deste mundo e da escravidão de uma vida ensimesmada, conduzindo-as para a claridade do saber e da liberdade dos filhos de Deus. Por isso, caminha à frente delas – dos seus discípulos/seguidores – como a coluna de nuvem e de fogo que ia à frente dos hebreus no êxodo e na travessia do deserto. Por isso, o círio pascal que, na vigília da Páscoa, caminhou à nossa frente, abrindo caminho no meio da igreja envolta em trevas, continua aceso e ardendo à frente de todas as assembleias, até a solenidade de Pentecostes e depois por ocasião da celebração dos Batismos.

2.6. A explicação da parábola

Como os fariseus não haviam entendido nada daquela parábola, Jesus procura explicar-lhes mais detalhadamente o simbolismo da porta, retomando a figura dos ladrões e assaltantes dizendo que “todos os que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram” (Jo 10,8). Quem seriam estes falsos pastores que vieram “antes” de Jesus? Talvez, os falsos profetas, os falsos juizes e reis.

Mas, talvez, Jesus esteja querendo opor este “antes” ao “agora”, isto é, ao antigo princípio da salvação – a Lei – agora Ele está estabelecando o novo princípio: o messianismo (cristianismo), o reino de Deus, inagurado por Ele através do mistério de sua Cruz e Ressurreição. Este princípio vem muito bem expresso por São Pedro nesta passagem lida hoje, na segunda leitura:

“Ele não cometeu pecado algum e na sua boca não se encontrou mentira. Insultado, não pagava com injúrias; maltratado, não respondia com ameaças; mas entregava-Se Àquele que julga com justiça. Ele suportou os nossos pecados no seu Corpo, no madeiro da cruz, a fim de que, mortos para o pecado, vivamos para a justiça: pelas suas chagas fomos curados. Vós éreis como ovelhas desgarradas,mas agora voltastes para o pastor e guarda das vossas almas” (1Pd 2,13-25).

Diante deste princípio também nós podemos e devemos considerar-nos ladrões e assaltantes quando pregamos ou queremos seguir um Cristo ou um cristianismo sem a Cruz, sem o sofrimento.

Em seguida e de novo Jesus diz: “Eu sou a porta: se alguém entra por mim, será salvo, sairá e entrará de volta e achará pastagem” (Jo 10, 9). Comentando este dito, Santo Agostinho diz que o homem “sai” quando age, atua; e “entrará” quando retorna para dentro e pensa interiormente. Isto significa que o discípulo deve se deixar conduzir por Jesus Cristo na sua ação e no seu pensamento. Deve, como os Apóstolos, saber agir com intrepidez e saber recolher-se interiormente para poder viver na familiaridade e na intimidade com o “pastor e guarda” de sua alma. O Papa Francisco, depois de ter exortado a que sejamos “evangelizadores com espírito” explica: “Evangelizadores com espírito quer dizer evangelizadores que rezam e trabalham” (EG, 262), que saem de sua interioridade e a ela retornam.

Ao dizer que a ovelha “encontrará pastagem” significa que, antes mesmo de acedermos ao banquete definitivo no céu, Ele se nos oferece como Pão da Vida e como fonte de Água Viva. Por isso, termina com as célebres palavras: “eu vim para que os homens tenham vida e a tenham em superabundância” (Ego elton hina zoén échosin kaì perisson échosin” (Jo 10, 10).

Tudo isto deveria deixar-nos pasmados e estremecidos, como diz São Francisco: Porventura, todas essas coisas não movem nossa piedade, quando o próprio Senhor piedoso se oferece em nossas mãos, e O tratamos e tomamos todos os dias em nossa boca? (Carta aos Clérigos). Enquanto Ele se dá sempre, todo e inteiro nós O recebemos e a Ele nos damos apenas de vez em quando e com reservas. Por isso continua São Francisco: E assim: “Ó filhos dos homens, até quando tereis o coração pesado?” Por que não reconheceis a verdade e não “credes no Filho de Deus?” Eis que todos os dias, Ele se humilha, assim como quando desceu do trono real para o útero da Virgem; cada dia, vem a nós, sob a aparência humilde; cada dia desce do “seio do Pai” sobre o altar, nas mãos do sacerdote (Ad 1).

3.Guiados pelo Pastor de nossas vidas (1Pd 2,20-25)

A segunda leitura, tirada da Primeira Carta de Pedro, nos apresenta em detalhes as atitudes, os atos, os exemplos que Jesus nos deixou e que devem, agora, ser as atitudes, os atos, os exemplos do dia a dia de um seguidor seu, o Bom Pastor: suportar com paciência os sofrimentos causados por causa do bem que se faz; sofrer pelos outros como Ele sofreu; fazer com que jamais se encontre nenhuma mentira, nenhum roubo em nossa boca, etc. (Cf. 1Pd 2,23-25). Mas, acima de tudo, jamais esquecer a regra de ouro, o princípio de todos estes atos: “Sobre a Cruz Ele carregou nossos pecados em seu próprio corpo, a fim de que mortos para os pecados, vivamos para a justiça”.

São Francisco, falando de como deve ser a vida cotidiana de um frade, seguidor de Jesus Cristo, assim escreve numa de suas admoestações:

“Atendamos, irmãos, o Bom Pastor que para salvar as suas ovelhas, suportou a Paixão da cruz. As ovelhas do Senhor seguiram-no na tribulação e na perseguição, na vergonha e na fome, na enfermidade e na tentação e em tudo o mais; e disso receberam do Senhor a vida sempiterna. Por isso, é grande vergonha, para nós, servos de Deus, que os santos tenham feito obras e nós queiramos receber glória e honra apenas por citá-las” (Adm. VI).

Conclusão

Ao falar do Bom Pastor, São João procura chamar nossa atenção para os dois modos de conduzir nossa vida de seguidores do Senhor: como ladrões ou como pastores. Somos ladrões quando, a exemplo de Adão, queremos nos adonar daquilo que não nos pertence.

O Filho de Deus, no entanto, o segundo Adão, “não considerou como rapina o ser igual a Deus, mas despojou-se, tomando a condição de servo...” (Fl 2, 6). Neste sentido, Santo Agostinho diz: “Conheça ó homem que não és Deus, mas homem, por que o que quer parecer Deus, sendo homem, não imita aquele que sendo Deus se fez homem. Porque não se disse a ti: sê algo menos do que és; mas, reconhece o que és”. E é esta a grande lição que Jesus, o Bom Pastor, nos dá através de sua Encarnação e paixão e morte na Cruz: que, a exemplo das aves do céu, aprendamos o quão magnífico é ser homem, criaturas, filhos de um Pai que cuida de nós e o quão magnífico mais ainda é ser agraciado com a filiação divina.

Jesus nos convida a sermos pastores, cuidadores desta vida. Mas, para isto é preciso que a exemplo de São Francisco, saibamos domesticar o lobo voraz que carregamos em nosso interior, transformando-o em bom pastor do nosso humano e de todas as criaturas; que cuidemos para não sermos ladrões e assaltantes querendo ou buscando Deus, o outro, a fraternidade, a família, a comunidade, etc. para nosso próprio proveito, bem estar e satisfação.

Mas, Jesus nos convida, também a sermos portas abertas. Seu grito “Eu sou a porta das ovelhas”, deve ressoar de modo muito forte no coração de todos os seus seguidores, de toda a Igreja, mas, principalmente no coração daqueles que exercem serviços e ministérios. É o que nos exorta o Papa Francisco: “A Igreja é chamada a ser sempre a casa aberta do Pai” (EG 47). Que estejam abertas não apenas as portas das igrejas, mas também e acima de tudo suas pastorais para que assim todos possam participar, de uma ou de outra forma, dos tesouros espirituais, principalmente dos sacramentos que o Senhor entregou a ela para que os distribua e “assim todos os homens tenham vida e a tenham em superabundância” (Cfr. Jo 10,10).

Fraternalmente,

Marcos Aurélio Fernandes e Frei Dorvalino Fassini, ofm

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