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“É comum convivermos com um negativo sentimento de culpa, resultante de nossa esterilidade institucional ao motivar vocações para lhe dar continuidade... Enquanto procuramos vocações para nossos compromissos institucionais, Deus – o único autor e o primeiro protagonista da vocação – busca pessoas para seu Reino!
É quase uma afronta ao Deus de nossa vocação, interpretarmos o desaparecimento de Províncias e Congregações, como sinal de morte da Vida Religiosa Consagrada. Esta – a Vida Religiosa Consagrada – está viva, inquieta, sim, porque confrontada com tempos que obrigam a uma profunda conversão... mas viva, atual e significativa.”
Com...
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