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   Arcebispo pede mais vocações diaconais


Dom Orani Tempesta enfatiza riqueza da vida, da missão e do trabalho diaconal
RIO DE JANEIRO, terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- O arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, pede aos padres de sua arquidiocese que se empenhem “para o frutuoso incremento das vocações diaconais”.
Em artigo difundido hoje no portal da arquidiocese do Rio, Dom Orani considera que a retomada do ministério diaconal, “como uma vocação própria, é uma grande riqueza para nós”.

“Tive a oportunidade de poder vivenciar várias experiências ligadas ao diaconato permanente, seja em minha paróquia, seja iniciando a escola diaconal em minha primeira diocese ou então continuando uma caminhada das mais antigas do Brasil, na arquidiocese anterior a que servi”, conta Dom Orani.

O arcebispo afirma que percebeu “a importância e o valor do diaconato permanente, tanto no campo social como na presença evangelizadora da Igreja nos diversos âmbitos e também nas comunidades. Posso testemunhar, por minhas experiências, a riqueza da vida, da missão e do trabalho diaconal o bem que se faz à Igreja”.

Dom Orani cita exemplos de algumas dioceses dos EUA: Nova York conta com 377 diáconos, Los Angeles, 261, e Boston possui 257. “Os pastores dessas megalópoles, com todos os seus desafios pastorais e sociais tão grandiosos quanto os nossos, souberam acolher a proposta conciliar e deram passos que hoje marcam o trabalho dessas Igrejas”.

No Rio de Janeiro, o prelado recorda a presença da Escola Diaconal, “onde os candidatos passam quase 5 anos de intensa formação doutrinal, pastoral e sacramental, de acordo com as horas-aula que são exigidas, segundo os documentos que organizam a formação diaconal”.

“Com toda esta história e com o trabalho sendo bem desenvolvido, peço a Deus que nos envie muitas vocações para que possamos incrementar ainda mais, com o diaconato permanente, a nossa missão evangelizadora e catequética nesta grande cidade”, afirma o arcebispo.

Dom Orani confia “principalmente aos párocos o discernimento vocacional para que, consultadas as comunidades e os conselhos paroquiais, indiquem candidatos para serem encaminhados nessa direção”.

“Os párocos devem perceber em suas comunidades aqueles homens capazes de assumir essa caminhada vocacional, e também estar abertos para as vocações que lhe chegam espontaneamente ou indicadas por pessoas conhecidas que querem o bem da Igreja.”

“A própria comunidade paroquial é fonte de vocações desses homens que estão dispostos a uma doação mais radical e profunda pela causa do Evangelho”, afirma.

O arcebispo reafirma que estará “sempre empenhado, seguindo a linha de ação pastoral de meus predecessores, no desenvolvimento da vida diaconal em nossa Arquidiocese, com tanto vigor quanto tenho pelas vocações sacerdotais e religiosas”.



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