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Terça-feira, 18 de novembro de 2008

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          Frei Romano Zago - Publicações

 

Frei Romano Zago, OFM

 

 

Frei Romano Zago, OFM, nasceu em Batuvira, atual Município de Progresso, na época, integrante do então vasto Município de Lajeado, RS, aos 11/08/1932, filho primogênito de Gildo Zago e de Rosa Emilia Zancanaro.

 

Após o primário, na comunidade de origem, internou-se no Seminário Seráfico São Francisco, de Taquari, RS, em fevereiro de 1944. Concluídos o Ginásio e o Clássico, entrou no Noviciado em 1952, no Convento São Boaventura, de Daltro Filho, na época , Distrito de Garibáldi, RS. Ali, depois de um ano como noviço, cursou a Filosofia. No início de 1955, transferiu-se para  Divinópolis, no Oeste de Minas Gerais, onde concluiu os quatro anos da Teologia. Em agosto de 1958, foi ordenado sacerdote, na mesma cidade.

 

Em 1959, ei-lo professor no Seminário de Taquari, por onde passara como aluno. Em 1971, diplomou-se em línguas e literaturas latina, portuguesa, francesa e espanhola, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS).

 

Como sacerdote, exerceu o cargo de pároco na Paróquia São Francisco de Assis, POA, de 1970-1975, na Paróquia São José, da bicentenária Taquari, em 1984-1985 e na Paróquia  Santo Antônio, de Pouso Novo, em 1989-1991.

 

Na sua Província São Francisco de Assis, praticou o magistério por 20 anos, servindo, neste período, como guardião, mestre de clérigos e secretário.

 

Em maio de 1991, aproveitando seu domínio de línguas, por solicitação, o Governo geral da OFM enviou-o a serviço da Custódia da Terra Santa. Ali exerceu o cargo de mestre de clérigos do Curso de Filosofia, em Belém, como também deu aulas de iniciação ao Latim, no Studium Biblicum Franciscanum, de Jerusalém, além de ter servido, algumas vezes, de guia de peregrinos.

 

De volta aos pagos, em 1995, iniciou a redação de Câncer Tem Cura!, obra de repercussão mundial, dada a importância do assunto, hoje traduzida para o inglês, alemão, francês, italiano, espanhol, castelhano (Argentina), grego, croata, esloveno, estando já liberada a licença para a tradução em romeno e húngaro.

 

Constatando dificuldades dos leitores e usuários sobre as qualidades medicinais e seu modo de usá-la, em 2002, decidiu escrever Babosa Não É Remédio... Mas Cura!, obra mais simples e prática, preconizando a forma de preparar sua receita personalizada (Iª Parte), garantindo que babosa não é planta tóxica (IIª Parte), se ingerida na quantidade indicada na receita, e explorando o emprego da babosa (IIIª Parte) em mais de 130 tipos de doenças, expostas em ordem alfabética, de A a Z. Tal livro saiu traduzido para o italiano (ALOE non È una Medicina, eppur... Guarisce!) e inglês, em 2007.

 

À Avenida Juca Batista, 330, no endereço onde vive, Frei Romano, além de responder cartas, fax, telefonemas, e-mails, referente à babosa, nas horas de folga, ocupa-se na pesquisa para resgatar a memória histórica dos Frades Franciscanos falecidos no RS. Sob a Coleção De Fratribus Nostris, ( nossos Frades), já publicou, em nível de Província, sete volumes, tendo um na gráfica e outro entra na reta final de preparação. De sua autoria, saiu a lume Os Franciscanos Missionários Gaúchos na Indonésia.  Em Um Jeito de Ser, crônicas  franciscanas, explora o lado  humorístico de situações peculiares vividas pelos frades. Esta coleção leva o título De Fratribus Claris (Frades famosos). Referentemente  ao tema, Frei Romano pesquisa as sucessivas manifestações de humor, registradas por  escrito, na Província, pretendendo dá-las a público, ao que tudo indica, ainda 2007.

 

 

 

 

A RECEITA DA BABOSA

DE FREI ROMANO ZAGO, OFM,

CONHECIDA INTERNACIONALMENTE

 

Ingredientes:

 

- 500 gramas de mel de abelha

- 350 gramas de folhas de babosa (aloe arborescens), duas, três, quatro, cinco folhas, até atingir tal peso, aproximadamente.

- 40-50 ml de bebida destilada ( ou cachaça de alambique ou uísque ou conhaque).

 

Procedimento:

 

Remover as serrilhas de espinhos das bordas das folhas, bem como o pó ou outra impureza qualquer ali depositada, usando pano seco ou esponja. Sem tirar a casca, cortar as folhas em pedaços e jogá-las no liquidificador, junto com o mel e o destilado escolhido. Bater os três elementos. Sua receita está pronto para o consumo. Não filtrar nem ferver. Conservar o preparado obtido em lugar fresco ou na geladeira (junto às frutas e verduras), de preferência, em frasco escuro e bem fechado, protegendo-o da luz do sol ou da luz artificial.

 

Posologia:

 

Depois de agitar bem o frasco, a fim de misturar os elementos, toma-se uma colherada das de sopa, (10 ml), meia hora antes das três principais refeições do dia.

 

O tratamento deve durar, no mínimo dez dias. Passando tal prazo, se restou pequena quantidade, termine o conteúdo do frasco.

 

Findo o tratamento, é aconselhável submeter-se a novos exames médicos. O resultado de tais análises indicará os efeitos obtidos e que atitudes tomar. Se não se constataram os resultados desejados, parte-se para uma segunda dose, imediatamente, ou, se quiser fazer  pausa, que tal intervalo seja breve, i. é,  de três a quatro dias, uma semana, no máximo. Tal ciclo deve-se repetir tantas vezes quantas forem necessárias para obter-se a cura. Somente após as primeiras três a quatro tentativas sem êxito, parta-se para dose dupla, i. é, duas colheres, antes de cada refeição.

 

A receita acima serve para curar como para prevenir.

 

Livros:

 

Câncer Tem Cura! 35ª Edição - Editora Vozes

Autor: Frei Romano Zago, OFM

 

O livro apresenta uma fórmula que cura o câncer. É uma fórmula barata, ao alcance de todos, à base unicamente das dádivas da natureza.

Sem contra-indicações, a receita é muito simples. Usa-se apenas Babosa, mel e pequena medida de bebida destilada, receita que está bem explicada no livro.

O livro tem a intenção de devolver a saúde, a alegria redobrada de viver e a euforia por ter vencido aquilo que parecia superior às suas forças, transmitindo novamente a cura e a vida para poder dizer: "Bendito seja Deus que pôs à disposição dos homens tantas ervas e plantas como remédio para suas doenças, a fim de que a vida continue, e continue com saúde!"...

"Esta receita milagrosa, de fato, é a mão generosa da Providência para com as pessoas já sem esperança" (Irmã Maria Angiolina).

 

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Babosa não é remédio... mas cura! 5ª Edição – Editora Vozes

Autor: Frei Romano Zago, OFM

 

Babosa não é remédio... mas cura! É a continuação de um dos mais polêmicos livros da área da medicina alternativa dos últimos anos: O câncer tem cura! Desta vez, o autor apresenta as várias propriedades curativas da babosa e indica, de forma simples e prática, o uso da planta na cura de mais de cem doenças, entre elas a enxaqueca, a obesidade, a depressão e o desânimo.

 

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